quarta-feira, 29 de abril de 2009

Vai grudar: adesivos personalizados para objetos e paredes

Quando surgiram os primeiros adesivos de parede, confesso, eu fiquei doida. Logo depois, eles viraram moda – e aí, a coisa vai perdendo a graça. Foi preciso conhecer a DKLQ (Dekalque Wall Tatoo) pra que voltasse minha vontade de colar textos pela casa. A grande diferença do ateliê é que posso escolher as palavras.

Sabe aquela foto antiga, com o avô sentado na poltrona e o resto da família em volta? Parece coisa de pai babão, mas o perfil do seu filho é mesmo uma graça? Você acabou de ler um baita livro, e aquele trecho encantador mostra bem o que você pensa? Transformando-se numa imagem chapada, tudo isso pode decorar sua sala, a geladeira, o laptop, o quarto, o banheiro e até virar quadro - veja aqui como encaixar a moldura.



Ou, quem sabe, funcionar como lousa (valem outros desenhos e o giz vem de brinde).


Comandada pelas irmãs Michelle e Vanessa Kaminski, a DKLQ tem show-room na Cidade Baixa, expõe na Feira do Colégio Anchieta até amanhã e mantém um blog inspirador. você encontra modelos prontos e todas as dicas para inventar um adesivo de qualquer tamanho, com a vantagem de ser apenas seu.

DKLQ
Rua Joaquim Nabuco, 46/101, Cidade Baixa
(51) 3239.3942

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Adesivo avisa a hora de passar protetor solar

Eu sei que o verão acabou, mas os feriadões de 2009 procriaram. Para o próximo final de semana, por exemplo, o CPTEC anuncia pouca chance de chuva no litoral, com máxima de 27 graus e índice de UV 6 – em outras palavras: dá pra pegar uma cor, sem esquecer do protetor solar. O problema, pelo menos para mim, é saber a hora de reaplicar o produto.


Para quem não leva relógio para a praia, a Kimberly-Clark (sim, multinacionais também lançam produtos curiosos) criou um adesivo que muda de cor quando a radiação está muito forte. Em forma de peixe, polvo ou estrela, deve ser colado no braço ou na roupa das crianças. E não sai na água. No site da Panvel, a caixa com 12 unidades custa R$ 10,76.





Como ainda não usei o sensor, não posso dar meu depoimento. Mas a Catarina, aqui em casa, já achou outra função para os adesivos: “será, mãe, que a gente fica com a marca do peixinho?”.

PANVEL FARMÁCIAS
(51) 3218.9000 – Alô Panvel
www.panvel.com.br

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Post para maiores: loja de chocolates eróticos

Esqueça o espanto que a maioria dos chocolates eróticos pode provocar. Comparados aos vendidos na Malícia, sem trocadilho, eles são pinto. Na pequena loja de Claudete Valente, você encontra um mundo de partes íntimas feitas com chocolate caseiro, em tamanhos que variam de dois a 35 centímetros.

Só reproduzindo o órgão sexual masculino, são mais de 25 tipos, incluindo os recheados com leite condensado e o sugestivamente batizado de Lembrança do Senegal. Nas caixas reservadas ao tesouro escondido das mulheres, há modelos até para quem não é fã de depilação. Tudo sem o menor preconceito, como comprova o Chocotraveco. E ainda tem a opção gaudéria – procure no site o Pinto Tchê.

Os nomes dos produtos, aliás, são uma história à parte. A cada novidade lançada, Claudete institui um singelo concurso entre os clientes. “Quem der a melhor idéia ganha chocolate”, diz a microempresária, que montou, assim, o menu de pênis, vaginas, seios, nádegas e cenas de sexo explícito - aqui descritos com palavreado bem mais ameno do que o utilizado no cardápio.

O segredo da originalidade pode ser visto no balcão, onde ficam, para eventuais encomendas, as fôrmas de argila inventadas pela lojista, que consegue desempenhar duas profissões: de dia, chocolateira; à noite, professora estadual.

Com o mesmo bom humor, seu marido, Francisco Valente, fala sobre os produtos que arrancam risinhos e suspiros de muitas clientes. “Não fui modelo nem do grande [pênis], nem do pequeno, mas aí eu me pergunto: se não fui eu, quem foi?”.

MALÍCIA CHOCOLATE CASEIRO
(51) 3334.0274
Av. Protásio Alves, 3573, Petrópolis
www.chocomalicia.com.br
seg. a sex. 8h/19h e sáb. 9h/13h30 (fecha em janeiro e fevereiro)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ai, que pecado! Hóstias para fazer doces

Até o início deste mês, eu jurava que hóstias só serviam pra uma coisa. E que ninguém, além da igreja, poderia comprá-las. Não é que errei feio?


Seguindo a dica de um amigo, visitei a livraria Padre Reus, especializada em produtos católicos. No fundo da loja, encontrei uma caixa com três tamanhos de hóstias. Antes que elas se tornem corpo de Cristo, qualquer pessoa pode levá-las pra casa.

A maior, que o padre eleva ao céu, tem 12 centímetros de diâmetro. A média, sete e meio. E as pequenas, chamadas de “partículas”, não passam dos 3,2 - são as mesmas que distribuem nas missas.

Como eu e você imaginávamos, quase todas são vendidas para paróquias. Mas descobri, na Internet, outra forma de utilizá-las. Olhando para o monte de hóstias que trouxe no avião (ainda bem que a INFRAERO não escasquetou com a bagagem), ainda não decidi se imito os mexicanos, recheando-as com doce de leite, se faço como na Colômbia, onde colocam ingredientes salgados, ou se pego receitas brasileiras – tem a versão infantil e a adulta.



De um jeito ou de outro, tire da cabeça a redenção automática. Como as hóstias não são consagradas, é impossível cometer o pecado da gula e, na mesma hora, ser perdoado.
foto da receita:rainhasdolar.com.br


LIVRARIA PADRE REUS
Rua Duque de Caxias, 805, Centro
(51) 3224.0250
livraria@livrariareus.com.br
www.livrariareus.com.br

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Dica para o dia das mães: bolos com esculturas

Eu já falei aqui sobre a Lis Fonseca. Ninguém, na minha opinião, faz bolos tão lindos quanto ela em Porto Alegre. Com uma mão de artista, outra de doceira, ela criar esculturas de açúcar perfeitas.

O assunto volta à pauta por causa do Dia das Mães. Para homenagear aquela que te colocou tantas vezes debaixo da asa, que tal aparecer com o mini-bolo da galinha, rodeada por seus rebentos?
Ou com esse outro, de várias fatias, onde é possível escrever um recado?

E ainda tem os biscoitos de castanha-do-pará, que vem numa embalagem mulherzinha– qual de nós, me diga, não adora ganhar bolsa nova?
Se você gostou da dica, entre no site da Lis, onde estão descritos os tamanhos e os sabores das delícias. Só não demore pra fazer sua encomenda, solicitando tele-entrega. Apesar de faltarem 17 dias para a festa, o número de pedidos é sempre grande.


LIS FONSECA
não divulga o endereço
(51) 3024.5222
lis@lisfonseca.com.br
segunda a sexta, 9h/12h e 13h30/19h; sábado 9h/12h

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ufa! O comentário de Marcello Campos na Guaíba AM

Você já conheceu alguém que parece ser feito da mesma massa que a sua? Eu, já. Na minha penúltima ida a Porto Alegre, recebi a ligação do jornalista Marcello Campos, responsável pela coluna Mundo Inusitado, que rola dentro do programa Acorda Rio Grande (Guaíba AM). Desde lá, sem ganhar nada com isso, ele indica pautas para mim.

E mais: durante uma semana inteirinha, aí pelas seis da matina, o Marcello usou seu espaço no rádio para destacar produtos e serviços publicados no livro e no blog.

Para ouvir o primeiro dos cinco comentários e prestigiar minha ignorância (levei duas horas para aprender a postar arquivos de áudio), clique na faixa.


quarta-feira, 15 de abril de 2009

De Porto Alegre para o Brasil: luminárias de filtro de ar

Na sexta-feira passada, viajando para o interior de São Paulo, chamou minha atenção o caminhão que carregava dezenas de engradados coloridos, um amarrado sobre o outro. Ninguém planejou a beleza daquele conjunto, mas ela existia. É o que acontece com os filtros de ar dos automóveis. Já parou para observar a harmonia de suas formas?

Diane Johann e Nicole Verdi já pararam. Donas da marca Oferenda, elas transformam filtros usados em luminárias cheias de bossa. No caminho que percorrem entre o lixo do posto de gasolina e a sala de uma casa, eles são lavados, moldados e coloridos.



"Tudo passa pelas mãos de artesãos”, me disse a designer Diane, resumindo o conceito socialmente justo do trabalho. Poucas matérias-primas, como as cordas navais, são zero quilômetro. Para produzir vasos de tricô, por exemplo, elas usam resíduos industriais. Quem manuseia as agulhas (algumas tão grandes quanto um cabo de vassoura) são moradores de bairros menos favorecidos da Grande Porto Alegre.




Para ver todas as luminárias, pufes, vasos, cachepôs, tapetes, flores e painéis criados pela dupla, entre no site da Oferenda. Alguns objetos estão à venda na Faro Design, da capital gaúcha. Outros, até no nordeste do Brasil. Aproveite a vantagem de morar na mesma cidade das moças e encomende, direto da fonte, a sua cor preferida.


OFERENDA OBJETOS
não divulga o endereço
(51) 3019.2039
oferenda@oferenda.net
www.oferenda.net
segunda a sexta, 9h30/18h