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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Festa ambulante: a primeira locadora de limousines de Porto Alegre

Bloco e caneta são acessórios que meu carro traz de fábrica. É fundamental ter onde anotar o endereço e, com sorte, o telefone de curiosidades que eu vejo na rua. Foi o que aconteceu dia desses, quando passei pela frente da Blacktie Limousines, primeira locadora especializada em limousines no Rio Grande do Sul, inaugurada em setembro.

O chofer vai a caráter - nesta foto, sem
a luva branca que costuma usar

A limousine que a Blacktie aluga não é daquelas tradicionais, com traseira comprida. Trata-se de uma camionete Grandblazer que é esticada no Paraná, até ficar com nove metros. E como já fiz matéria sobre os dois modelos, posso dizer: o luxo é maior. Além dos imensos bancos de couro, a festa ambulante tem bar, neon, laser, um botão pra falar com o chofer e três telas de LCD onde toca o clipe que o cliente quiser.



Luz e som bombando com toda a privacidade: pra falar com o
motorista, tem que apertar um botão

Pra escrever a coluna da BandnewsFM e postar no blog, andei de limousine por mais de meia hora. Primeiro, com o dono da empresa, Eduardo Santos, que abriu a primeira loja da marca fora de São Paulo. Logo depois, o carrão levou o clone do Michael Jackson a uma festa. Tá vendo a bolsa vermelha que aparece aí no chão, ao lado do inacreditável Jacko brasileiro? É a prova de que eu estava lá.
Pedestres impressionados, sem saber
que o clone do Michael Jackson estava lá

Pra saber quanto custa e como rola o serviço, ouça a coluna Porto Alegre, Quem Diria! de hoje.

BLACKTIE LIMOUSINES PORTO ALEGRE
Av. Azenha, 1501, Azenha
(51) 3233.2021
contato.rs@blacktielimousines.com.br
www.blacktielimousines.blogspot.com

sábado, 19 de setembro de 2009

Porto Alegre ganha sessão de cinema para mães e bebês

Na semana passada, eu e mais sete amigas (seis são mães) conseguimos nos reunir à noite, só para jogar conversa fora – e não é que nada do que falamos foi pro lixo? Sabe ser bom um papo entre mulheres. E nunca senti tanta falta disso quanto nas minhas épocas de recém-parida. Quem dera eu tivesse, há 12 e 4 anos, a chance que as mães de bebês pequenos têm hoje.

Na quinta-feira que vem, 24 de setembro, chega a Porto Alegre o Cinematerna. Como já acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Salvador, a capital gaúcha terá uma sessão de cinema para mães acompanhadas de bebês de 0 a 18 meses.



Para receber adequadamente os pimpolhos, o horário é amigável, a luz é levemente mais forte, o ar-condicionado é mais fraco, há trocador no local e, de vez em quando, um tapete para soltar os bebês maiores. Mas o filme (ôba!) é para os adultos.


fotos: site e Guga Ferri

Se você tem um bebê pequeno na família ou lembrou de alguém que precisa ver a vida além-mamadeiras, é só entrar no site e fazer o cadastro. Depois, basta comparecer ao local e comprar os ingressos – R$ 9,00 para os adultos; R$ 4,50 para os bebês. Escolhido por quem se inscreveu com antecedência, o filme de estréia em Porto Alegre será Os Normais 2. Novas sessões acontecerão a cada 15 dias.

Desde que começou, em fevereiro de 2008, o Cinematerna já levou 6 mil adultos e 4 mil bebês ao cinema. A organização é tanta que as fundadoras transformaram a iniciativa numa associação sem fins lucrativos, mantém um blog, criaram regras de etiqueta específicas para a situação e ainda promovem um bate-papo informal depois do filme, só para a mulherada trocar experiências.

Se eu não fosse viajar bem na data, pegava meu sobrinho emprestado e ia lá, só pra confirmar: a maioria das mulheres, depois de ser mãe, vira Mulher-maravilha.

CINEMATERNA EM PORTO ALEGRE
a partir de 24 de setembro de 2009, às 14 horas
Unibanco Arteplex Bourbon (Rua Túlio de Rose, 80, 2º Piso - Shopping Bourbon Country)
cinematerna@cinematerna.com.br
www.cinematerna.org.br

quarta-feira, 15 de abril de 2009

De Porto Alegre para o Brasil: luminárias de filtro de ar

Na sexta-feira passada, viajando para o interior de São Paulo, chamou minha atenção o caminhão que carregava dezenas de engradados coloridos, um amarrado sobre o outro. Ninguém planejou a beleza daquele conjunto, mas ela existia. É o que acontece com os filtros de ar dos automóveis. Já parou para observar a harmonia de suas formas?

Diane Johann e Nicole Verdi já pararam. Donas da marca Oferenda, elas transformam filtros usados em luminárias cheias de bossa. No caminho que percorrem entre o lixo do posto de gasolina e a sala de uma casa, eles são lavados, moldados e coloridos.



"Tudo passa pelas mãos de artesãos”, me disse a designer Diane, resumindo o conceito socialmente justo do trabalho. Poucas matérias-primas, como as cordas navais, são zero quilômetro. Para produzir vasos de tricô, por exemplo, elas usam resíduos industriais. Quem manuseia as agulhas (algumas tão grandes quanto um cabo de vassoura) são moradores de bairros menos favorecidos da Grande Porto Alegre.




Para ver todas as luminárias, pufes, vasos, cachepôs, tapetes, flores e painéis criados pela dupla, entre no site da Oferenda. Alguns objetos estão à venda na Faro Design, da capital gaúcha. Outros, até no nordeste do Brasil. Aproveite a vantagem de morar na mesma cidade das moças e encomende, direto da fonte, a sua cor preferida.


OFERENDA OBJETOS
não divulga o endereço
(51) 3019.2039
oferenda@oferenda.net
www.oferenda.net
segunda a sexta, 9h30/18h

segunda-feira, 23 de março de 2009

Duplamente sustentável: banco de papelão para crianças

Sempre que tenho tempo, espio o Radar 55. Foi lá que li sobre o escritório de Amsterdam que tem todos os móveis, divisórias, prateleiras e o escambau feitos de papel reciclado. Enche os olhos de quem se liga em arquitetura, design, sustentabilidade e curiosidades.

Pois foi só ler a nota pra lembrar dos bancos de papelão ondulado que conheci, já faz algum tempo, na terra da garoa (aliás, que garoa?). Clica aqui, clica lá, é descobri que o produto também está à venda nos pampas.


Para adquirir o modelo infantil aí de cima, que as crianças pintam como quiserem, vá até a Refúgio Urbano. De acordo com Márcia Steyer, uma das proprietárias da loja, é o tipo de presente que sai bastante: “é grande, lúdico e custa R$ 37”.



A primeira pergunta que eu, você e toda a torcida canarinho se faz é se o móvel agüenta o tranco – seja esse, ou não, o nome que você dê ao derrière do seu pimpolho. E a resposta, matematicamente calculada, é: sim, agüenta. Criados pela designer Sabrina Arini, dona da marca Jaya!, os bancos Zoo suportam até 30 quilos. É pouco mais do que pesa, em média, uma criança de nove anos.

No site da moça, você também encontra móveis de papelão para adultos, um mais bacana que o outro. Até onde sei, ainda não estão à venda em Porto Alegre. Mas dá para encomendar pela internet.

REFÚGIO URBANO
Rua Cel. Bordini, 232, Moinhos de Vento
(51) 3022.8099
segunda a sexta, 9h/19h; sábado 10h/17h

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Yes, nós temos pizza em cone

A primeira e única vez que comi pizza-cone foi em Xangri-lá. No meu habitual papo com proprietários, ouvi que não havia nada parecido no Estado. Só não incluí no livro porque ficava fora da Grande Porto Alegre.

Comprovando o que eu disse em algumas entrevistas, há muito mais para descobrir na cidade. Hoje, por exemplo, conversei com José Dioni Bado, dono da Don Bado, que faz as tais pizzas com jeitão de cornetto no Strip Center Zona Sul.



São 18 sabores diferentes para você almoçar ou jantar – como cada cone equivale quase a uma pizza média, só os adolescentes podem encará-lo como lanchinho. Os mais vendidos não fogem à regra das pizzarias tradicionais: quatro queijos e calabresa. Entre os doces, reina absoluto o Morango com Chocolate. Se você preferir, dá pra levar pra casa.

Segundo notas publicadas pela Bete Duarte e pelo Affonso Ritter no meio de 2008, a Cônicos, franquia paulista do mesmo produto, abriria uma loja em Porto Alegre. Assim que o departamento comercial da empresa me responder (adivinhe a razão deste post tão noturno), eu conto se teremos, ou não, as redondas enroladas com outro sotaque.

DON BADO PIZZAS & PASTÉIS
Av. Wenceslau Escobar, 2770, loja 5 (Zona Sul Strip Center), Tristeza
(51) 3062.2221
segunda a sábado, 9h às 21h
www.bemservido.com.br/donbado

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Chocolator Tabajara

Vejam só o que é a indústria chinesa – ou seria Tabajara? Na Holanda, fotografei a Chocolator, calculadora com forma, embalagem e cheiro de chocolate. Feita de silicone, funciona à bateria solar.



Hoje, surpresa: investigando a Imaginarium, descobri que o mesmo produto pode ser comprado no Brasil. As únicas diferenças estão na grafia do nome (trocamos “o” por “u”), no design gráfico do invólucro, na marca e no preço. Se não me falha a memória, em terra Européias, a pseudo-delícia custa 19 euros – cerca de 60 reais. Aqui, sai por R$ 89.



IMAGINARIUM
Rua João Wallig, 1800, loja 279, térreo, Shopping Iguatemi (também no Shopping Praia de Belas) (51) 3334.1800
www.imaginarium.com.br

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Sugestão para o Natal: literatura na caixa de fósforos

Já sei o que vou dar de Natal para meus amigos não-secretos. Quem tem a sina de gostar de mim, traduzirá meu afeto em cinqüenta minicontos, cada um com até cinqüenta letras, todos reunidos numa caixa de fósforos.

Ontem pela manhã, nem eu imaginava tal presente. A decisão veio depois, na minha ronda diária por blogs bem bons, quando li sobre o Dois Palitos. O livro que Samir Mesquita concebeu, escreveu, produziu e distribui sem nenhuma editora está, sim, à venda em Porto Alegre.

Para saber mais, bastaria ler as matérias que a Folha de São Paulo, a Bravo, a Eldorado e a própria Zero Hora, entre outros veículos da grande imprensa, já fizeram sobre o assunto. Mas curioso, feito São Tomé, precisa ver de perto.

Às três da tarde, Samir identificado por um pacote idêntico ao da Fiat Lux, eu pela bolsa vermelha, nos encontramos num café da Faria Lima. Os cabelos arrepiados da foto são do moço que nasceu em Curitiba (PR), cresceu em Alfaena (MG) e calhou de trabalhar em São Paulo, mais precisamente na agência África, onde ganha dinheiro para sua invejável independência literária.


Duas horas depois, no caminho para casa, meu filho amainava a aridez do engarrafamento em voz alta:

“Devia até as calças. Pagou tudo e arrumou um bico como stripper.”

“Choveu canivete. Ninguém sobreviveu para contar”.

“ Rio 40 graus. 10% do corpo coberto mexiam com 100% do meu.”

Entre no site do Samir, risque um fósforo virtual e saboreie, antes que a chama se apague, esses e outros microcontos que ele renova mensalmente: “é bônus track para quem tem o livro e aperitivo para quem não leu”. Se as palavras viciarem, também dá para assinar o twitter e recebê-las no celular.

Nada, entretanto, substitui a experiência da caixa de fósforos. No ônibus, ao pegar a embalagem, uma leitora ouviu do passageiro ao lado: aqui não pode fumar. Já no sítio, o assador só não brigou com o dono do livro porque gostou dos textos, mas ficou sem fogo para fazer o churrasco. Eu mesma me enganei na hora de acender o cigarro.

Na Livraria da Vila, em São Paulo, o Dois Palitos ficou dois meses na prateleira dos mais vendidos – e só mudou de lugar porque se transformou no mais roubado. Na capital gaúcha, só há duas maneiras de comprar a preciosidade: indo à Letras & Cia ou escrevendo para o autor, que providencia a entrega pelo correio. Em ambos os casos, o preço também é micro (10 reais). Mas o impacto do presente, aposto, será inversamente proporcional.

LETRAS & CIA
Av. Osvaldo Aranha, 444, Bom Fim
(51) 3028-9954
segunda a sexta, 10 às 20h; sábado, 10 às 15h

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Puxa-saco (ui!) literal

Na década de 90, quando fui trabalhar no Jornal de Santa Catarina, morei com três colegas de redação. A Caren Pinós, ao contrário de mim, era extremamente organizada. Até então, eu nunca tinha visto alguém que desse real atenção às sacolas de supermercado. Quando chegávamos das compras, ela sentava no colchão-sofá da sala e dobrava-as origamicamente, até virarem pequenos triângulos.

Pra quem não tem essa paciência de Jó, existem os puxa-sacos. Alguns são fabricados industrialmente, outros saem da máquina de costura. Nenhum vem com o humor que tem esse da foto.

Criado e vendido pela Imaginarium, o produto de 62,5 centímetros de altura é feito com prolipropileno e deixa a área de serviço divertida. Só não sei se os homens vão gostar. Pelo que conheço da alma masculina, deve dar agonia só de olhar.


IMAGINARIUM
Rua João Wallig, 1800, loja 279, shopping Iguatemi (também no shopping Praia de Belas)
(51) 3334.1800
www.imaginarium.com.br

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Restaurante? Residência? É os dois

Dez vez em quando eu lembro que milhares de gaúchos desembarcam em São Paulo toda semana e não vejo mal em falar de curiosidades daqui. No último sábado, fomos almoçar no Pilico e Bia. Como o restaurante funciona na residência do casal e não tem qualquer indicação na fachada, cheguei a (nada brilhante) conclusão de que este deveria ser o post de segunda-feira. E lá fui eu, entre filhos com fome e a bagunça organizada do local, tirar umas fotos para o blog.


No começo, era um aperto. Só cabiam quatro mesas de plástico na primeira casa de Pilico, o cozinheiro, e Bia, a multi-tarefa. Depois, eles se mudaram para a Cunha Gago, quase ao lado do Instituto Tomie Othake, onde tive o prazer de comer, pela primeira vez, a especialidade da dupla: frutos do mar. Quem também estava por lá e abriu a porta pra nós foi o Edgard Scandurra.

Agora, a comilança tem mais espaço: cabem 60 pessoas no lugar onde deveria ser a sala da família. Ao contrário do extenso cardápio, que oferece até centolla, o ambiente continua sendo muito simples.


Antes que o pedido chegasse, fui até a cozinha. Disse pra minha filha que o boneco desenhado no guardanapo existia. Lógico que a pequena quis ver o Pilico de perto.

Ele, a Bia e a ajudante estavam atarefadíssimos.

Demorei para voltar à mesa e a primeira entrada, bolinho de camarão cremoso, já tinha terminado. Me contentei com o de bacalhau.

Depois chegou o prato principal, suficiente para dois adultos e duas crianças: moqueca mista de lula, peixe e camarão. Farofa e arroz branco de acompanhamento.


No final, goiabada cascão, bananada e doce de leite pra comer de colher. Fica ótimo com queijo branco, mas as crianças devoraram antes que eu pudesse fotografar. Com duas cervejas, três refrigerantes e dois cafés, a brincadeira saiu por 140,00 reais - um preço bem paulistano. Ao invés de baratear a conta, o fato de você mesmo pegar as bebidas no freezer quando a casa está cheia virou mais um atrativo local.

PILICO E BIA
Rua Diogo Moreira, 296, Pinheiros
(11) 3814-2283 e 3814-2967
terça a sexta, 12h às 15h ; sábado e domingo, 12h às 17h
www.pilicobia.com.br

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Trabalho de chinês preso: esculturas em palito de fósforo

Quanto maior é a cidade onde a gente vive, melhor é a sensação de ser chamado pelo nome. Aqui em São Paulo, um dos lugares onde me sinto mais à vontade é a Reciclamundo, na Vila Madalena. Por questões de logística, curiosidade e afeto, passo lá toda semana pra bater papo, conferir o que há de novo e tomar café.

Uma das primeiras coisas que notei na loja foram as esculturas de palito de fósforo feitas por Santiago, que nasceu na Patagônia e vive no interior de Minas.


Já conhecia o trabalho por causa da Juanita Curia, argentina que expõe no Brique da Redenção, em Porto Alegre. A obra aí de baixo, onde dois trapezistas se equilibram num fio de linha, comprei pra mim.


Tanto Santiago quanto Juanita enclausuram as figuras em pequenas cápsulas de vidro (o prendedor de roupa da foto serve para dar uma noção da escala) ou nas próprias caixas de fósforo. Ela, que se diz duas vezes gaúcha, também transforma pequenos porongos em cenário.

Tudo é entalhado com gilete, resultando num legítimo trabalho de chinês preso – se os orientais tendem à minúcia quando estão atarefados, imagine não tendo nada pra fazer.

JUANITA CURIA
Av. José Bonifácio, canteiro central, Bom Fim (Brique da Redenção)
(51) 3022.5256
juanitacuria@hotmail.com
www.artesaors.com.br
sábado (Box 59) e domingo (Box 23), 9h às 17h

RECICLA MUNDO
Rua Harmonia, 303, Vila Madelena
(11) 3032.9856
gerente@reciclamundo.com.br
www.reciclamundo.com.br
segunda, 10h às 18h; terça a sábado, 10h às 20h; domingo, 12h às 17h

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Ajustadores de jeans

Levante a mão quem nunca se desfez de um certo jeans com tristeza. Só ele sabe o que vocês dois fizeram juntos. E agora não serve mais. Pois se a razão do descarte for tecido leceado ou alguns quilos a menos (ôba!), a coisa tem jeito, sim. Você diminui a calça e ela fica igualzinha. Em São Paulo, meu editor Marcelo Duarte encontrou a Dorival Jeans, que faz as tais reformas desde 1976. Já em Porto Alegre, a mágica é feita em domicílio por Osvaldo Lopes, que trabalhou anos e anos como vendedor de lojas bacanas. Como conhecem o corte da maioria das marcas, eles sabem ajustar o tecido no lugar certo e não, não fazem pences de jeito nenhum. Cor da linha, tipo de barra, fica tudo como era. Só os rebites não sobrevivem à modificação. No primeiro pedido para Osvaldo, é preciso ter três peças para arrumar. Convoque seus amigos neo-magrelos, ligue para ele e pronto: o homem vai onde você estiver.

DORIVAL JEANS: Av. Imperatriz Leopoldina, 1271, Vila Leopoldina, fone (11) 3641.5892

OSVALDO LOPES: atende em domicílio, fones (51)3386.7711 e 9757.5147